VENDA DE APOSTILAS E PROJETOS

Como complemento ao meu trabalho neste blog, elaborei para venda diversas apostilas de atividades de alfabetização e projetos pedagógicos de variados temas indicados para professores que atuam em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Alfabetização de Jovens e Adultos (EJA).

Tenho também CDs de áudio para Educação Infantil e Fundamental I, cartazes em EVA e livros infantis.

CLIQUE AQUI PARA ACESSAR MEU SITE E FAZER SEU PEDIDO

Os interessados poderão também entrar em contato por email ou pelos telefones abaixo:

glaucerossi@terra.com.br

glaucerossi@gmail.com

glauce.rossi@hotmail.com

(11) 97574-9228 - Vivo

(11) 95248-7897 - Tim

Glauce ou Hugo no horário de atendimento das 9:00 às 20:00 de segunda à sexta-feira.


Loja virtual

CADASTRO DE CONTATO

FACEBOOK

domingo, 26 de abril de 2015

Alfabetizando: atividades com listas

Leitura e Escrita de Listas

As listas são as primeiras formas expositivas de texto. O trabalho com listas favorece a aquisição da base alfabética; possibilita a reflexão entre as hipóteses de escrita do/a alfabetizando/a e a escrita convencional das palavras, promovendo o conflito cognitivo.


Objetivos:
. Favorecer a aquisição da base alfabética (dos alunos não-alfabéticos) e da base ortográfica (dos alunos alfabéticos).
. Possibilitar a escrita de textos em forma de lista e o reconhecimento o seu uso funcional.

Sugestões de atividades:

. Lista de nomes de animais, frutas, verduras, cores, plantas, objetos, brinquedos, brincadeiras, super-heróis, novelas, filmes, time de futebol, etc.

. Lista de nomes dos alunos da classe, da professora ou dos funcionários da escola.

. Lista de nomes dos alunos presentes ou ausentes; dos aniversariantes do mês.

. Listar as palavras dos textos trabalhados, classificando-as de acordo com: a primeira e última letra; número de letra e de sílaba, vogais e consoantes, primeiras e últimas sílabas.

Exemplo:

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Atividade para Dia das Mães



Uma sugestão de trabalho com o tema mães é utilizar o livro "Se as coisas fossem mães" de Sylvia Orthof.

O livro pode ser o ponto de partida para iniciar uma conversa sobre as mães dos alunos e com o desenho da mãe em formato coração de sulfite rosa pode-se montar um lindo mural.

Também é possível fazer um teatrinho para apresentar no dia da comemoração das mães. Outra dica é montar um livrinho "Se as coisas fossem mães" para que as crianças possam ilustrá-lo.

SE AS COISAS FOSSEM MÃES

Se a lua fosse mãe, seria mãe das estrelas.
O céu seria sua casa, casa das estrelas belas.

Se a casa fosse mãe, seria a mãe das janelas.
Conversaria com a lua sobre as crianças estrelas
Falaria de receitas, pastéis de vento, quindins.
Emprestaria a cozinha pra lua fazer pudins !!!!

Se a sereia fosse mãe, seria mãe dos peixinhos.
O mar seria um jardim e os barcos seus carrinhos.

Se a terra fosse mãe, seria a mãe das sementes.
Pois mãe é tudo que abraça, acha graça e ama a gente.

Se a fada fosse mãe, seria a mãe da alegria.
Toda mãe é um pouco fada, nossa mãe fada seria.

Se a bruxa fosse mãe, seria uma mãe gozada;
Seria a mãe das vassouras, da família vassourada.

Se a chaleira fosse mãe, seria a mãe da água fervida,
Faria chá e remédio para as doenças da vida.

Se a mesa fosse mãe, as filhas, sendo cadeiras,
Sentariam comportadas, teriam boas maneiras.

Cada mãe é diferente. Mãe verdadeira ou postiça,
Mãe vovó ou mãe titia, Maria, Filó, Francisca,
Gertrudes, Malvina, Alice.

Toda Mãe é como eu disse!

Dona Mamãe ralha e beija, erra, acerta,
arruma a mesa, cozinha, escreve, trabalha fora,
Ri, esquece, lembra e chora,

Traz remédio e sobremesa...
... Tem até pai que é "tipo mãe"...
Esse, então, é uma beleza !



Assim é a minha mãe !

domingo, 19 de abril de 2015

Para trabalhar o Dia das Mães


quinta-feira, 16 de abril de 2015

Coruja- símbolo dos professores

coruja é o símbolo da sabedoria, imagem que representa o professor. É um animal sábio que possui muitas habilidades admiráveis. Que lindo perceber quantas semelhanças existem entre a coruja e o bom professor.

Veja as ecobags de corujas azul ou rosa:




Estão à venda por R$ 40,00 com o frete já incluso. E você ganha de brinde um lindo chaveiro de coruja. Para adquirir é só solicitar por e-mail: glaucerossi@gmail.com

terça-feira, 14 de abril de 2015

Descobrimento do Brasil

Plano de aula: Descobrimento do Brasil: intencional ou não?”

Turmas: 4º e 5º anos

Objetivos:

Levar os alunos a pensarem sobre a História do Descobrimento do Brasil:

•             Investigar como se deu a "descoberta" do Brasil;
•             Confrontar diferentes opiniões de historiadores, sobre o tema em estudo;
•             Defender uma posição fundamentada.

Conteúdo:
Textos sobre a Descoberta do Brasil.

Procedimentos:

Levantar a seguinte questão:
Você acredita que o Brasil foi descoberto?

Escrever na lousa quais são as hipóteses dos alunos sobre esta questão.

O professor levará para a sala de aula pequenos textos e formará grupos de alunos. Cada grupo terá que defender a ideia do texto que recebeu como se estivesse em um tribunal. 

Para concluir reler as hipóteses dos alunos e confrontá-las com as informações dos textos defendidos.

Avaliação:
Deve ser contínua observando o interesse e a participação dos alunos.  


Textos:











domingo, 12 de abril de 2015

Tema: Os índios



O indígena trabalhado ainda em sala de aula hoje é, muitas vezes, aquele indígena de 1500 e parece que ele só se mantém índio se permanecer daquele modo. 

A realidade indígena nos dias atuais é bem diferente do passado.  Os povos indígenas possuem vestimentas tradicionais próprias e grafismos com os quais fazem pinturas corporais, mas a nudez ou não nudez, não define ser indígena ou não indígena. Toda cultura é dinâmica, está sempre em constante movimento, mudando e se adaptando dentre os séculos.

Mês de Abril é conhecido nas “questões” indígenas justamente pelo dia 19 de Abril, que para muitos é "o" dia do Índio. Mais para os indígenas não se trata nada mais nada menos que “um” dia do índio. Tantas datas iguais a essa já se passaram, umas comemorativas, festivas e outras composta por manifestações, repúdios e pedido de socorro por parte dos Povos Indígenas.

Por que não incluir no planejamento de História, de Língua Portuguesa e de Geografia discussões e atividades sobre a cultura indígena, ao longo do ano todo?

Trabalhar com os alunos que os povos indígenas não vivem mais como em 1500. Hoje, muitos têm acesso à tecnologia, à universidade e a tudo o que a cidade proporciona. Nem por isso deixam de ser indígenas e de preservar a cultura e os costumes. É preciso mostrar que o índio é contemporâneo e tem os mesmos direitos que muitos de nós.

Entrevista com o indígena Alex Makuxi do site http://www.indioeduca.org/?p=30

Confira no site acima sugestões para se trabalhar com este tema.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Histórias Infantis










A leitura do professor deve fazer parte da rotina das atividades diárias.
Podemos ler para nossos alunos diversos livros, notícias, poemas, contos, etc.

A hora da leitura é um momento de alegria para as crianças, é aquela famosa frase que já conhecemos:
"Senta que lá vem a história!!!"

Neste momento, professor pode usar um recurso bastante criativo e que as crianças adoram: o CD com as histórias infantis para ouvir.

Estou disponibilizando o CD com 15 histórias infantis:

1. Cinderela
2. Chapeuzinho Vermelho
3. O Patinho Feio
4. Os Três Porquinhos
5. Pinóquio
6. A Cigarra e a Formiga
7. Dona Baratinha
8. A Galinha dos Ovos de Ouro
9. A Lebre e a tartaruga
10. O Leão e o Ratinho
11. A Bela Adormecida
12. A Bela e a Fera
13. Rapunzel
14. Branca de Neve
15. A Pequena Sereia


Se você se interessar, faça seu pedido pelo meu site:

https://sites.google.com/site/diariodaprofaglauce/precos

domingo, 5 de abril de 2015

Sequência didática: Contação de história

Objetivos:
Despertar o gosto pelas histórias infantis;
Desenvolver a criatividade confeccionando um espelho mágico;
Desenvolver a atenção, raciocínio e a imaginação;
Expressar-se oralmente.
Apropriar-se de sua identidade.

Conteúdos:
- Livro com a história "Branca de Neve e os sete anões".

Procedimentos:
·         Confeccionar um espelho “mágico”:
A professora irá fazer uma moldura para um espelho grande com cartolina branca. As crianças vão participar pintando a moldura do espelho com tinta guache.

·         Com o espelho pronto a professora irá dizer que o espelho é mágico e se alguém gostaria de dizer alguma coisa para ele. Pode ir até o espelho uma ou duas crianças por vez.

·         Sentados em círculo, a professora vai perguntar se eles conhecem alguma história que aparece um espelho mágico.

·         Os alunos ouvirão a história A BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES contada pela professora que irá mostrar o livro durante a leitura.

·      Conversa sobre a história.

·         Com a frase “ Espelho, espelho meu...” os alunos poderão conversar com o espelho, reinventando a história. Pode-se também fazer dramatizações.

·         Com cópias de um espelho, as crianças vão desenhá-las no espelho da folha. Para isso, elas vão se olhar em espelhos menores.


Material:
- Um espelho grande;
- cartolinas brancas;
-Tintas guache de várias cores;
- Livro e CD da história;
-Cópias de espelho em uma folha de sulfite;
-Espelhos de rosto menores.


Avaliação:
- Observação direta e contínua da participação e interesse dos alunos durante a realização das atividades.

sábado, 4 de abril de 2015

Como contar histórias?

 

    Contar histórias é saber criar um ambiente de encantamento, suspense, surpresa e emoção, onde enredo e personagens ganham vida, transformando tanto narrador como ouvinte. Deve impregnar todos os sentidos, tocando o coração e enriquecendo a leitura do mundo na trajetória de cada um.
 
   As técnicas de contar histórias se mesclam com as qualidades necessárias ao contador ou narrador.
   Podemos citar  as que mais se destacam:

- verificar o local, horário e as acomodações;
- conhecer o público a que se destina e ter o dom de encantar e dominar o auditório;
- conhecer o enredo com absoluta segurança;
- narrar com naturalidade, sem afetação, com voz clara e expressão viva;
- enfatizar os pontos emocionantes da história através das variações de tonalidades de voz e  pausas oportunas;
- sentir/viver a história, emocionando-se com a própria narrativa;
- não romper o fluxo da narrativa com conselhos e explicações;
- não perder o fio da meada quando estiver fazendo uso do livro ou outro elemento ilustrativo;
- tirar partido de pequenos incidentes, sem interromper a história;
- evitar tiques e cacoetes;
- tratar o ouvinte com simpatia e camaradagem, sem adotar um ouvinte predileto;
- não demonstrar irritação com a presença de ouvintes desinteressados ou irrequietos;
- chegar aos desfecho sem apontar a moral ou aplicar lições;
- estar aberto para comentários após a narrativa.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

ABRIL, MÊS DO LIVRO INFANTIL

Aqui está uma sequência didática com Monteiro Lobato e o famoso Sítio do Pica-Pau Amarelo:


Seguidores