VENDA DE APOSTILAS E PROJETOS

Como complemento ao meu trabalho neste blog, elaborei para venda diversas apostilas de atividades de alfabetização e projetos pedagógicos de variados temas indicados para professores que atuam em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Alfabetização de Jovens e Adultos (EJA).

Tenho também CDs de áudio para Educação Infantil e Fundamental I, cartazes em EVA e livros infantis.

CLIQUE AQUI PARA ACESSAR MEU SITE E FAZER SEU PEDIDO

Os interessados poderão também entrar em contato por email ou pelos telefones abaixo:

glaucerossi@terra.com.br

glaucerossi@gmail.com

glauce.rossi@hotmail.com

(11) 97574-9228 - Vivo

(11) 95248-7897 - Tim

Glauce ou Hugo no horário de atendimento das 9:00 às 20:00 de segunda à sexta-feira.


Loja virtual

CADASTRO DE CONTATO

FACEBOOK

segunda-feira, 2 de março de 2015

O que é letramento?


LETRAMENTO NÃO É UM GANCHO
EM QUE PENDURA CADA SOM ENUNCIADO,
NÃO É TREINAMENTO REPETITIVO
DE UMA HABILIDADE,
NEM UM MARTELO
QUEBRANDO BLOCOS DE GRAMÁTICA.


LETRAMENTO É DIVERSÃO
É LEITURA À LUZ DA VELA
OU LÁ FORA, À LUZ DO SOL.

SÃO NOTÍCIAS SOBRE O PRESIDENTE
O TEMPO, OS ARTISTAS DA TV
E MESMO MÔNICA E CEBOLINHA
NOS JORNAIS DE DOMINGO.


É UMA RECEITA DE BISCOITO,
UMA LISTA DE COMPRAS,
RECADOS COLADOS NA GELADEIRA,
UM BILHETE DE AMOR,
TELEGRAMAS DE PARABÉNS E CARTAS DE VELHOS AMIGOS.


É VIAJAR PARA PAÍSES DESCONHECIDOS
SEM DEIXAR SUA CAMA,
É RIR E CHORAR
COM PERSONAGENS, HERÓIS E GRANDES AMIGOS.


É UM ATLAS DO MUNDO,
SINAIS DE TRÂNSITO, CAÇAS AO TESOURO,
MANUAIS, INSTRUÇÕES, GUIAS,
E ORIENTAÇÕES EM BULAS DE REMÉDIOS,
PARA QUE VOCÊ NÃO FIQUE PERDIDO.


LETRAMENTO É, SOBRETUDO,
UM MAPA DO CORAÇÃO DO HOMEM,
UM MAPA DE QUEM VOCÊ É,
E DE TUDO QUE VOCÊ PODE SER.



CHONG, Kate M. O que é letramento. In Sores, Magda Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2002. (p.410









domingo, 1 de março de 2015

O que é letramento?







As crianças convivem com a língua oral em diferentes situações de interação social e, por meio desta, aprendem sobre si, sobre os seus pares e sobre a realidade que as cercam. Estão igualmente cercadas de situações nas quais estão presentes as práticas sociais de leitura e escrita, como, por exemplo: escrita de cartas, bilhetes e avisos, leitura de rótulos de embalagens, placas e outdoors, escuta de histórias, poemas e parlendas, dentre outros.

Sabe-se que crianças que estão inseridas em ambientes ricos em experiências de leitura e escrita, não só se motivam para ler e escrever, mas, começam, desde cedo, a refletir sobre os materiais de escrita que circulam socialmente. Em contrapartida, aquelas que têm poucas oportunidades de acesso a estes materiais, apresentam mais dificuldades na apropriação da língua. Negar-lhes a oportunidade e o direito às práticas sociais de leitura e escrita, é, sobretudo, contribuir para manutenção e perpetuação da desigualdade e exclusão social em nosso país.


Portanto, cabe aos professores, responsáveis pelo ensino da leitura e da escrita, oferecer oportunidades de acesso a cultura escrita, ampliando as capacidades e as experiências das crianças de modo que elas possam ler e escrever com autonomia.

Para tanto, faz necessário que, por meio das práticas alfabetizadoras, contemplem, de maneira articulada e simultânea, os processos de alfabetização e o letramento, ou seja, a apropriação do sistema alfabético e ortográfico e o uso da língua em práticas sociais de leitura e escrita.


Segundo Magda Soares, o desenvolvimento de habilidades de uso da tecnologia da escrita, isto é, da apropriação do sistema alfabético e ortográfico, acontece por meio da inserção em práticas sociais que envolvem a leitura e escrita: letramento.


Letramento é: usar a leitura e a escrita para seguir instruções (receitas, bula de remédio, manuais de jogo), apoiar à memória (lista), comunicar-se (recado, bilhete, telegrama), divertir e emocionar-se (conto, fábula, lenda), informar (notícia), orientar-se no mundo (o Atlas) e nas ruas (os sinais de trânsito)...


O letramento tem início quando a criança começa a conviver com as diferentes manifestações da escrita na sociedade e se amplia cotidianamente por toda vida, com a participação nas práticas sociais que envolvem a língua escrita. Abarca as mais diversas práticas de escrita na sociedade e pode ir desde uma apropriação mínima da escrita, tal como o individuo que é analfabeto, mas letrado na medida em que identifica o valor do dinheiro e o ônibus que deve tomar, consegue fazer cálculos complexos, sabe distinguir marcas de mercadorias etc., porém não escreve cartas, não lê jornal, etc. Se a criança não sabe ler, mas pede que leiam histórias para ela, ou finge estar lendo um livro, se não sabe escrever, mas faz rabiscos dizendo que aquilo é uma carta que escreveu para alguém, é letrada, embora analfabeta, porque conhece e tenta exercer, no limite de suas possibilidades, práticas de leitura e de escrita.


Para Soares, o aprendizado da tecnologia da escrita e o uso da mesma em diferentes práticas sociais constituem dois processos simultâneos, interdependentes e indissociáveis. Estas duas aprendizagens se fazem ao mesmo tempo, porém uma não é pré-requisito da outra.


A alfabetização se desenvolve no contexto de e por meio de práticas sociais de leitura e de escrita, isto é, através de atividades de letramento, e este, por sua vez, só pode desenvolver-se no contexto da e por meio da alfabetização.


Alfabetizar letrando significa orientar o/a alfabetizando/a para que ele/a aprenda a ler e a escrever na perspectiva da convivência com práticas reais de leitura e de escrita. Isto implica em substituir as tradicionais e artificiais cartilhas por livros, por revistas, por jornais, enfim, pelo material de leitura situações que tornem necessárias e significativas práticas de produção de textos.


ALFABETIZAR LETRANDO: ação de ensinar a ler e escrever no contexto das práticas sociais de leitura e escrita.

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Dúvidas: Alfabetização


Dúvidas:
Como alfabetizar?
Qual é o melhor método?
Será que vai dar certo o que estou trabalhando?
Por onde começar?

Se você está se sentindo insegura(o) com o seu trabalho em alfabetizar, saiba que você não é única(o).
Eu também já passei por isso e só com o tempo e a prática é que escolhemos e encontramos o melhor caminho a percorrer.
Por isso procure conhecer as concepções de alfabetização, veja quais são as vantagens e desvantagens de cada uma.
A escolha do método depende muito do Projeto Pedagógico de sua escola e dos pressupostos educacionais de seu município ou estado.


A concepção de alfabetização atualmente mais difundida é a de alfabetizar letrando.
Alfabetizar letrando significa orientar o/a alfabetizando/a para que ele/a aprenda a ler e a escrever na perspectiva da convivência com práticas reais de leitura e de escrita. Isto implica em substituir as tradicionais e artificiais cartilhas por livros, por revistas, por jornais, enfim, pelo material de leitura que circula na escola e na sociedade, criando situações que tornem necessárias e significativas práticas de produção de textos.

Por onde começar?
Primeiro você precisa fazer o diagnóstico, ou seja a sondagem com um rol de palavras e verificar em qual fase de aquisição da escrita seus alunos se encontram.

No 1º ano pode-se iniciar o trabalho através de palavras significativas, como por exemplo: os nomes dos alunos.

Você pode agrupar os alunos (em duplas) com níveis próximos, exemplos: pré-silábico com silábicos, silábicos com silábicos alfabéticos, silábicos alfabéticos com alfabéticos e outros. O que não pode é agrupar alunos com níveis bem distintos, por exemplo, pré-silabico com alfabético.

Para as 1º e 2º anos, tendo como objetivo a alcançar que todos os alunos passem para a fase alfabética, utilize textos conhecidos como listas, rótulos, parlendas, músicas, cantigas, trava-línguas, adivinhas, histórias em quadrinhos, receitas, poemas e outros.



terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Alfabetização e construtivismo









Para Emilia Ferreiro, o ato de ensinar desloca-se para o ato de aprender por meio da construção de um conhecimento que é realizado pelo educando, que passa a ser visto como um agente e não como um ser passivo que recebe e absorve o que lhe é "ensinado".

Na perspectiva dos trabalhos desenvolvidos por Ferreira, os conceitos de prontidão, imaturidade, habilidades motoras e perceptuais, deixam de ter sentido isoladamente como costumam ser trabalhados pelos professores. Estimular aspectos motores, cognitivos e afetivos são importantes, mas, vinculados ao contexto da realidade sócio-cultural dos alunos.
Para a educadora, é necessário para o processo de aquisição da escrita que o professor compreenda os diferentes níveis em que os alunos se encontram e vão se desenvolvendo durante o processo de alfabetização.
Ferreiro coloca que para a alfabetização ter sentido, ser um processo interativo, é preciso trabalhar com o contexto da criança, com histórias e com intervenções, desde que essas palavras ou histórias façam algum sentido para elas.


Não é porque o aluno participa de forma direta da construção do seu conhecimento que o professor não precisa ensiná-lo. Ou seja, cabe ao professor organizar atividades que favoreçam a reflexão da criança sobre a escrita, porque é pensando que ela aprende.


Definitivamente, não existe o "método Emília Ferreiro", com passos predeterminados, como muitos ainda possam pensar. Os professores têm à disposição uma metodologia de ensino da língua escrita coerente com as mudanças apontadas pela psicolinguista, produzida por educadores de vários países.
O fato de a criança aprender a ler e escrever lendo e escrevendo, mesmo sem saber fazer isso, é um desses princípios. Nas escolas construtivistas, os alunos se alfabetizam participando de práticas sociais de leitura e de escrita.
É oportuno lembrar que o construtivismo não é um método de ensino. Construtivismo se refere ao processo de aprendizagem, que coloca o sujeito da aprendizagem como alguém que conhece e que o conhecimento é algo que se constrói pela ação deste sujeito. Nesse processo de aprendizagem o ambiente também exerce seu papel, pois, o sujeito que conhece faz parte de um determinado ambiente cultural.


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Métodos e concepções de alfabetização


Você conhece os métodos que os professores utilizavam antigamente (até os anos 80) e ainda fazem uso deles?
E as concepções de alfabetização como o construtivismo e o letramento (a partir dos anos 80)?
Entende o que é alfabetizar letrando, a concepção mais atual?
No documento abaixo (uma indicação para leitura) você vai encontrar os pressupostos dos métodos sintéticos (alfabético, fônico, silábico), os analíticos (palavração, sentenciação, ideográfico, historieta) e os mistos.
O documento também descreve sobre o construtivismo e o letramento.
Por último, aborda o paradigma do alfabetizar letrando, pela educadora Magda Soares.
Se você se interessou, acesse o link abaixo e como o próprio documento descreve:

"Revisitar tais concepções, possibilita ao professor/a alfabetizador/a rever a sua prática pedagógica,na perspectiva da ação-reflexão-ação, detectando limites e possibilidades, auxiliando na resignificação do seu olhar para o processo de construção da língua escrita e da sua postura metodológica."


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Trabalhando o Carnaval

ALFABETIZANDO COM MARCHINHA DE CARNAVAL



 A atividade permite aos alunos:
-Tentar ler antes de saber ler convencionalmente;
-Estabelecer correspondência entre partes do oral e partes do escrito, ajustando o que sabem de cor à escrita convencional;
-Acionar estratégias de leitura que permitam descobrir o que está escrito e onde.




Procedimentos:
1- Primeiro fazer uma roda de conversa com os alunos sobre o CARNAVAL para que eles falem sobre o assunto. As crianças relatam o Carnaval e através desta conversa pode-se verificar o que eles conhecem sobre o assunto.
2- Farão o registro da conversa através de desenhos.
3- As crianças também vão pesquisar sobre o carnaval com seus familiares.
4- Todos os registros devem ser socializados ao grupo e colocados em um mural para exposição.
5. Depois a professora pergunta se eles conhecem alguma música de Carnaval.
6. Neste momento a professora pergunta se eles conhecem a marchinha “ Mamãe, eu quero”
7. Esta marchinha será o ponto de partida do trabalho para a alfabetização.
8. Com o CD de marchinhas os alunos cantarão a marchinha várias vezes.
9. Com cópias da letra da música e com um cartaz grande da mesma os alunos irão seguir a letra da música. Mesmo os que não sabem ler, podem ir acompanhando a letra com o dedo, procurando as palavras.

MÚSICA

MAMÃE, EU QUERO
MAMÃE, EU QUERO
MAMÃE , EU QUERO
MAMÃE, EU QUERO MAMAR
DÁ A CHUPETA,
DÁ A CHUPETA
DÁ A CHUPETA
PRO BEBÊ NÃO CHORAR.

10. Pedir aos alunos para procurar algumas palavras e circular na música como: chupeta, bebê, mamãe.
11. Pedir para eles ilustrarem a música.
12. Pode-se trabalhar com uma ou duas palavras chaves da música, por exemplo, BEBÊ - MAMÃE. 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Como resolver problemas de indisciplina dos alunos




Atualmente lidar com a indisciplina dos alunos tornou-se um grande desafio aos professores!

A indisciplina, sem sombras de dúvida, vem atormentando a vida do profissional docente. Sabemos também que há vários fatores que contribuem para que esse problema aumente cada dia mais: falta de limites, respeito, perda de valores, mídia etc. Os pais já não conseguem mais suprir as necessidades de educação de seus filhos e estão jogando a toda a responsabilidade para a escola.

Na Revista Guia Prático de Educação Infantil foram publicadas estratégias que tenho utilizado durante esses anos de profissão e que deram bons resultados. Entre lá:

http://revistaguiainfantil.uol.com.br/professores-atividades/120/artigo291856-1.asp






terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Avaliação diagnóstica de 3º, 4º e 5º anos

Para os anos de 3º, 4º e 5º anos a avaliação diagnóstica deve apresentar um texto para leitura e interpretação e uma produção de texto. Também pode-se apresentar vários textos tipo Prova Saresp.

Exemplos:

1. Leitura e Interpretação de texto:

Era uma vez uma árvore que amava um menino.

E todos os dias
o menino
vinha,
juntava
suas
folhas
e com elas fazia
coroas de rei;
com elas brincava
de rei da floresta.

Subia em seu grosso tronco,
balançava-se em seus galhos,
comia suas maçãs.

E brincavam
de esconder.
quando ficava cansado,
o menino repousava
à sua sombra fresquinha.

O menino amava a árvore...
profundamente.
e a árvore era feliz.

Shel Silverstein ( tradução Fernando Sabino)

1. De que fala o texto?
_______________________________________________________

2. Quem o escreveu?
_______________________________________________________

3. Quem o traduziu para nossa língua?
______________________________________________________

4. Onde o menino repousava?
_____________________________________________________

5. Por que a árvore era feliz?
_____________________________________________________


6. É possível um ser humano ser amigo da Natureza? Como podemos fazer isso?
_________________________________________________________

7. Por que é importante cuidarmos da Natureza?
_________________________________________________________


2. Produção de texto

OBSERVE O DESENHO E ESCREVA UMA HISTÓRIA:












_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Avaliação diagnóstica - 2º ano




AVALIAÇÃO diagnóstica de português - 2º ANO

1.   Ditado de uma lista de palavras:

Os alunos da nossa escola trouxeram  os materiais escolares e junto com a professora fizeram uma lista. escreva as palavras que a professora disser.
_____________________________________
_____________________________________
_____________________________________
_____________________________________
_____________________________________

 2.  escrita  de uma cantiga conhecida:

_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
_______________________________________________________
           
 3.      LEITURA DE TEXTO

                   PRAIAS LIMPAS

VOCÊ JÁ SABE QUE LUGAR DE LIXO É NO LIXO? PARA FACILITAR AS COISAS QUANDO FOR À PRAIA, LEVE UM SAQUINHO PLÁSTICO PARA JOGAR NELE LIXO, RESTOS DE COMIDA, PAPEL.


O ASSUNTO DO TEXTO É:

(    ) BRINCADEIRAS NA PRAIA
(    ) LIMPEZA NAS PRAIAS
(    ) PASSEIO DE CARRO
(    ) RESTOS DE COMIDA
                                                                                                        

COMO APLICAR A SONDAGEM:

QUESTÃO 1 (VERIFICAR A ESCRITA)

A PROFESSORA DITA A PALAVRA INTEIRA, NÃO EM SÍLABAS.

LAPISEIRA

CADERNO

LÁPIS

GIZ

O LÁPIS CAIU NO CHÃO.


QUESTÃO 2  (VERIFICAR A ESCRITA)

O ALUNO ESCREVE DO SEU JEITO UMA PARLENDA CONHECIDA, POR EXEMPLO:

LÁ EM CIMA DO PIANO
TINHA UM COPO DE VENENO
QUEM BEBEU MORREU
O CULPADO NÃO FUI EU.


QUESTÃO 3  (VERIFICAR A LEITURA)

O ALUNO LÊ SOZINHO O TEXTO PARA RESPONDÊ-LO.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Trabalhando com nomes

O nome próprio é um modelo estável de escrita.
O trabalho com nomes informa as crianças sobre as letras, a quantidade, a posição e a ordem delas; permite o contato com diferentes sílabas e diferentes tamanhos de palavras, além de favorecer a aquisição da base alfabética.

Fiz esta apostila "Trabalhando com nomes"que tem 50 atividades prontas para imprimir.

Esta apostila pode ser adquirida para recebimento em um dos três formatos abaixo:
1 - Para envio em arquivos por e-mail, o valor fica em R$ 12,00.
2 - Para envio em um CD pelo correio, o valor fica em R$ 15,00.
3 - Para envio em material impresso pelo correio, o valor fica em R$ 30,00.





Seguidores