VENDA DE APOSTILAS E PROJETOS

Como complemento ao meu trabalho neste blog, elaborei para venda diversas apostilas de atividades de alfabetização e projetos pedagógicos de variados temas indicados para professores que atuam em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Alfabetização de Jovens e Adultos (EJA).

Tenho também CDs de áudio para Educação Infantil e Fundamental I, cartazes em EVA e livros infantis.

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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

O que um professor precisa saber para trabalhar a alfabetização construtivista?


1. Compreender os diferentes níveis de escrita em que os alunos se encontram. Qual fase da escrita estão os alunos: pré-silábica, silábica, silábica-alfabética,alfabética. Veja a postagem do dia 20/02/16

2. A partir da compreensão das fases de escrita, você pode iniciar o trabalho com a sondagem da escrita , ou seja, o que a criança já pensa a respeito da escrita. Este diagnóstico vai ser importante para você conhecer seus alunos. Faça uma análise de cada criança e procure saber em qual fase ela se encontra nesse processo de aquisição da escrita. Leia a postagem do dia 20/01/15.

3. Com essa sondagem você poderá propor atividades que favoreçam a reflexão da criança sobre a escrita, porque é pensando que ela aprende. Utilize atividades com palavras significativas, como os nomes dos alunos (ver postagens dos dias ), listas, cruzadinhas, textos curtos e de memória.  A mesma atividade  pode ser trabalhada com todos os alunos, mas o desafio deve ser diferente para cada fase da escrita. Leia a postagem dia 22/02/12 e no blog você encontra diversas atividades de alfabetização.

4.Faça intervenções para que os alunos possam pensar sobre o que está escrevendo, levando-os a entrarem em conflito sobre suas hipóteses de escrita por meio das reflexões das mesmas e a avançarem no seu processo de ensino-aprendizagem. Leia as postagens: 24/03/15, 25/03/15, 26/03/15, 27/03/15.


5. Faça a sondagem  a cada bimestre e anote em uma planilha a fase de escrita que estão seus alunos. Assim você pode acompanhar os avanços de aprendizagem da escrita dos alunos. Veja a postagem do dia 20/01/15.


sábado, 20 de fevereiro de 2016

Fases de aquisição da escrita












As fases de aquisição da escrita pelos alunos, segundo Emília Ferreiro, são:

1) fase pré-silábica

2) fase silábica


3) fase silábica-alfabética

4) fase alfabética


Cada fase com suas características:

1) Fase pré – silábica


- Sabe que a escrita é uma forma de representação;

- Pode usar letras ou pseudoletras, garatujas, números;

- Não compreende que a escrita é a representação da fala;

- Organiza as letras em quantidade ( mínimo e máximo de letras para ler);

- Vai direto para o significado, sem passar para sonora;

- Variação de letras – ALSI (elefante);

- Relaciona o tamanho da palavra com o tamanho do objeto (Realismo Nominal).


2) Fase silábica


A) Sem valor sonoro:


- Ainda não faz relação com o som com a grafia.

- Usa uma letra para representar cada sílaba, sem se preocupar com o valor sonoro.

Exemplos:


BOLA __PT

CAVALO___BUP


B) Com valor sonoro:

- A escrita representa a fala;

- Percebe a relação de som com a grafia;

- Escreve uma letra para cada sílaba.

Exs.:

BOLA____OA ( valor sonoro só nas vogais )

BOLA____BL ( só usa consoantes )



3) Fase silábica-alfabética

- Apresenta a escrita algumas vezes com sílabas completas e outras incompletas;

- Alterna escrita silábica com alfabética.

Exs.:

CAVALO_____CVLU

TOMATE_____TOMT


4) Fase alfabética

- Faz a correspondência entre fonemas (som) e grafemas (letras);

- Escreve como fala.

Exs.:

CAVALO _______KAVALU

TOMATE_______ TUMATI


"... A minha contribuição foi encontrar uma explicação segundo a qual, por trás da mão que pega o lápis, dos olhos que olham, dos ouvidos que escutam, há uma criança que pensa"
(Emília Ferreiro)

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

LETRA BASTÃO OU CURSIVA?

Será que além de todas as dificuldades que os alunos já enfrentam no processo de alfabetização, eles tem a necessidade de aprender a ler e escrever a letra cursiva, cuja sua utilização nos tempos atuais encontra-se quase que exclusivamente na escola? Pois não a encontramos em nenhum outro lugar no contexto social? Por que a maioria dos professores continua trabalhando com a letra cursiva?

Como o objetivo da escola deve ser o de preparar cidadãos críticos capaz de transformar a realidade para melhor, a proposta de alfabetização deve naturalmente adequar-se às exigências da realidade atual. Realidade esta, em que a letra bastão esta presente em todos os momentos da vida de uma criança: em livros, televisão, revista, jornais, embalagens, rótulos, no teclado do computador. Ficando a escola como um dos únicos espaços sociais em que privilegia a escrita com letra cursiva.

Muitos educadores dedicam parte do seu tempo treinando o alfabeto manuscrito com seus alunos, apesar de viverem num mundo onde a letra de forma é dominante. Desta forma, percebe-se uma grande perda de tempo e esforço por parte dos alunos e professores que tentam insistentemente a grafia da letra cursiva. Tempo este que poderia e deveria ser melhor aproveitado, com atividades desafiadoras com objetivos reais para o crescimento de seus alunos.


Segundo Emília Ferreiro, começar a alfabetização com letra bastão é uma tentativa de respeitar a sequência do desenvolvimento visual e motor da criança.

No entanto, em vez dos professores desperdiçarem a energia de seus alunos no aprendizado da letra cursiva, poderia utilizá-la para outras atividades mais importantes e necessárias para a vida dos alunos, como por exemplo: leituras, jogos, brincadeiras, músicas, etc.

No primeiro momento em que a criança está no processo de aquisição da escrita, a letra em bastão é imprescindível.  Mas isso não quer dizer que o aluno não vai precisar conhecer e usar a letra cursiva. Mais tarde, quando a criança já tem o domínio da escrita alfabética deve-se trabalhar os traços da letra cursiva. Apesar de ser trabalhosa, depois de aprendida, ela é escrita rapidamente, por ser letra contínua.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

COMO TRABALHAR O ALFABETO


Conhecer os nomes das letras é fundamental para os alunos que estão se alfabetizando, pois em alguns casos eles fornecem pistas sobre um dos sons que elas podem representar na escrita. Além disso, os alunos tem de conhecer a forma gráfica das letras e a ordem alfabética.
Essa aprendizagem, porém, pode ocorrer de forma lúdica e divertida por meio de jogos, parlendas e adivinhas.

Você pode:
-Achar as letras do alfabeto junto com os alunos, transformando esse momento de organização do espaço da sala de aula também em um momento de aprendizagem.
-Fazer uma ficha com o alfabeto completo em letra bastão para que os alunos a colem em seu caderno.
-Fazer um marcador de livro ou ficha avulsa com o alfabeto completo para que possam consultá-lo sempre que precisar.
-Organizar atividades de completar as letras do alfabeto, utilizando suportes variados: o alfabeto achado na sala de aula, cobrindo algumas das letras com um pedaço de papel e/ou uma tabela com a seqüência do alfabeto incompleta (produzida no computador ou mimeografada).
-Propor que os alunos analisem quais são as letras que compõem seu nome, os nomes dos colegas e o do professor. A atividade poderá, inicialmente, ser feita de forma coletiva, e, depois, com os alunos reunidos em duplas ou em grupos. Comece escrevendo seu nome na lousa e, junto com a turma, analise quais as letras que o compõem. Mostre quais são essas letras, destacando aquelas que aparecem mais de uma vez. Depois, em duplas, os alunos deverão analisar quais letras fazem parte do próprio nome, utilizando como suporte o crachá.
-Ensinar os alunos a “cantarolar” o alfabeto, de modo que memorizem a sequência das letras, ainda que não conheçam sua forma gráfica. Esse procedimento vai ajudá-los a reconhecer os nomes das letras, facilitando a aprendizagem.
-Cantar músicas que envolvem o alfabeto também é uma ótima estratégia.

As atividades com o alfabeto devem acontecer apenas enquanto houver alunos que não sabem os nomes das letras. Depois disso, elas perdem a função.


Ter o alfabeto de parede na sala de aula é importante, pois é um recurso que serve de apoio aos alunos.

Para download o alfabeto de corujas. É só clicar na imagem e salvar.


 

  



 












sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

PARA A REUNIÃO DE PAIS









Esta carta pode ser lida para os pais na Reunião de Pais ou enviada para eles lerem em casa. É um instrumento importante de reflexão para os pais à respeito da educação de seus filhos.

      Pedido que uma criança fez a seus pais.

      Não tenham medo de serem firmes comigo. Prefiro assim. Isto faz com que me sinta mais seguro. Não me estragem. Sei que não devo ter tudo o que peço. Só estou experimentando você.
      Não deixe que eu adquira maus hábitos. Dependo de vocês para saber o que é certo ou errado.
      Não me corrija com raiva na frente de estranhos. Aprenderei muito mais se falarem comigo com calma e em particular.
      Não me protejam das consequências de meus erros. Às vezes eu preciso aprender pelo caminho mais áspero.
      Não levem muito à sério as minhas pequenas dores. Necessito delas para obter a atenção que desejo. Não sejam irritantes ao me corrigirem. Se assim fizerem eu poderei fazer o contrário do que me pedem.
      Não me façam promessas que não poderão cumprir depois. Lembrem-se de que isto me deixará profundamente desapontado. Sou facilmente levado a dizer mentiras.
      Não me mostrem um Deus vingativo. Isto me afastará dele.
      Não desconversem quando faço perguntas, senão serei levado à procurar as respostas na rua todas às vezes que não as tiver em casa.
      Não se mostrem para mim como pessoas infalíveis. Ficarei extremamente chocado quando descobrir um erro seu.
      Não me digam simplesmente que meus receios e medos são bobos. Ajude-me a compreendê-los e vencê-los.
      Não digam que não conseguem me controlar. Eu me julgarei, então, mais forte que vocês. 

      Não me tratem como uma pessoa sem personalidade. Lem rem-se de que eu tenho meu próprio modo de ser.
      Não vivam apontando os erros das pessoas que me cercam, isso vai criar em mim, mais cedo ou mais tarde o espírito de intolerância.
      Não se esqueçam de eu gosto de experimentar as coisas por mim mesmo. Não queiram me ensinar tudo.
      Não desistam nunca de me ensinar o bem, mesmo quando eu pareça não estar aprendendo. Insistam com amor e energia. Insistam através do exemplo e no futuro vocês verão em mim o fruto daquilo que plantaram.

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