VENDA DE APOSTILAS E PROJETOS

Como complemento ao meu trabalho neste blog, elaborei para venda diversas apostilas de atividades de alfabetização e projetos pedagógicos de variados temas indicados para professores que atuam em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Alfabetização de Jovens e Adultos (EJA).

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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Incentivando a leitura

Professor, aqui estão algumas atitudes simples para aproximar alunos e livros:

* Tenha na sala de aula um cantinho da leitura ou uma "caixa mágica" com jornais, revistas e gibis, para que na hora da leitura livre os alunos entrem em contato com diversos tipos de textos.
* Monte um local agradável na classe, com tapetes e almofadas, para os alunos ficarem confortáveis.
* Faça leitura coletiva de livros.
* Crie o "dia do livro". Leve uma caixa com várias obras para que os alunos escolham uma e contem a história para os colegas após a leitura.
* Utilize jornais diários. Citar as notícias é um recurso interessante para familiarizar o aluno com a leitura.
* Realize um teatrinho com as histórias dos livros lidos pelos alunos.
* Seja um bom exemplo: leia e consuma livros, mostre aos alunos as obras novas que adquiriu.
* Procure trocar idéias e informações sobre as obras lidas. Isso aguça a curiosidade do aluno.
* Realize um sarau de poemas. A linguagem poética diverte, incita e desperta a imaginação.
* Reserve todos os dias 10 minutos para contar o capítulo de algum livro.
* Crie o diário da leitura, um caderno onde os pais irão anotar junto com os filhos como é o momento da leitura em casa, apontando quais histórias gostaram ou não. Isso também ajuda a ver se a família está participando.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

ROTINA NA AULA SOCIOCONSTRUTIVISTA

1. Leitura compartilhada - O professor lê todos os dias para os alunos, vários tipos de textos como: notícias, contos, poesias, histórias, fábulas, etc.
Lê por prazer, sem cobrar atividades nenhuma após esta leitura.
Objetivos: Professor enquanto modelo de leitor. Desenvolver no aluno o prazer pela leitura.

2. Roda de conversa - Professor e alunos conversam sobre assuntos variados.
Objetivos: Desenvolver no aluno a competência/oralidade. Falar o que pensa em grupos diversos, ouvir e respeitar as falas e pensamento de outras pessoas, dialogando, trocando, sendo crítico, etc.
Pode-se propor ao final o registro num texto coletivo do assunto debatido. O texto deve ser curto (de preferência um parágrafo).
Sugestão: Criar caixas na sala com temas variados e neste momento, um destes temas, uma notícia, por exemplo, é sorteada. 

3. Agenda - Atividade de cópia de texto com função social na língua (letramento)
Objetivos: Desenvolver técnicas de escrita (escrever da esquerda para a direita na linha, com capricho, etc.), além de registro diário das atividades realizadas durante a aula para acompanhamento dos pais.

4. Atividades de leitura - Esta atividade e imprescindível para a alfabetização. Todos os dias os alunos deverão desenvolvê-la. Lembre-se o bom escritor é antes um bom leitor. Deve ser realizada preferencialmente com textos que já sejam do domínio dos alunos que ainda não sabem ler convencionalmente.
Objetivos: Ler quando ainda não sabe ler (convencionalmente). Ajustar o falado ao escrito. Desenvolver a leitura.
Atividades de leitura: Leitura de ajuste, localizar palavras no texto (iniciar com substantivos) Ordenação de textos (frases, palavras), palavras cruzadas, caça. - palavras, adivinhas, localização de palavras nos textos, roda de leitura, roda de poesia, empréstimo de livros, projetos de leitura, etc.
É fundamental que intervenções tais como o trabalho com a letra inicial e final das palavras sejam feitas constantemente.

5. Atividades de escrita - Só se aprende ler, lendo e só se aprende a escrever, escrevendo. Copia é uma coisa, produção de escrita é outra. Na atividade de escrita, a criança escreve do jeito que ela sabe (hipótese de escrita) e o professor faz intervenções necessárias em relação à escrita, direto com o aluno.
Objetivos: Avançar na reflexão da Língua. Resolver a letra a ser usada (qualidade de letra), quantas letras usar (quantidade de letras), escrever textos com sentido (inicio, meio e fim), revisar ortografia e gramática, etc.
Atividades de escrita: Propor atividades de escrita com o alfabeto móvel completar textos (lacunas no início ou no final da frase), produção escrita de textos individuais e coletivos (listas, histórias, contos, etc.), reescrita de texto que se sabe de cor, revisão de textos, palavras cruzadas (sem banco de palavras), etc.

6. Atividade móvel - Este espaço é para que cada professor trabalhe de acordo com sua turma, jogos matemáticos, sala de leitura; Ciências, Estudos Sociais, Recreação e Artes.
É importante lembrar que nosso dia-a-dia escola, devemos estar desenvolvendo atividades de caráter interdisciplinar.

7. Atividade de casa - A atividade de casa é alvo de dúvidas e críticas por parte dos pais e dos professores (ou porque não tem "dever de casa" ou porque tem “dever de casa” demais ou porque “os alunos não fazem o dever”, etc.). O ideal é que a atividade de casa, planejada com antecedência, seja um desafio interessante, difícil, mas possível, que o aluno possa resolver sozinho.
Objetivo: Criar o hábito de estudar fora da escola, desenvolver a autonomia e a auto-aprendizagem.
Atividades de casa - Cruzadinha, caça-palavras, empréstimo de livros (6◦ feira trazer na 2◦ feira), leitura de textos e posterior ilustração, coletar rótulos, ler algo interessante e trazer para sala de aula, coletar materiais de sucata, observar fenômenos da natureza para posterior relato.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Como trabalhar com as fases de aquisição da escrita


Com sondagem das fases de aquisição da escrita dos seus alunos, você pode desenvolver uma série de atividades que auxiliam no confronto e avanços das hipóteses de escrita dos alunos.

Aqui estão algumas sugestões:

ESCRITA PRE-SILÁBICA
• Iniciar pelos nomes dos alfabetizandos escritos em crachás, listados no quadro e/ou em cartazes.
• Trabalhar com textos conhecidos de memória, para ajudar na conservação da escrita.
• Identificar o próprio nome e depois o de cada colega, percebendo que nomes maiores podem pertencer às crianças menores e vice-versa;
• Organizar os nomes em ordem alfabética, ou em “galerias” ilustradas com retratos ou desenhos;
• Criar jogos com os nomes: “lá vai a barquinha”, dominó, memória, boliche, bingo;
• Fazer contagem das letras e confronto dos nomes;
• Confeccionar gráficos de colunas com os nomes seriados em ordem de tamanho (número de letras).Fazer estas mesmas atividades utilizando palavras do universo dos alfabetizandos: rótulos de produtos conhecidos ou recortes de revistas (propagandas, títulos,palavras conhecidas).
• Classificar os nomes pelo som ou letra inicial, pelo número de letras, registrando-as;

ESCRITA SILÁBICA
• Fazer listas e ditados variados (dos alfabetizandos ausentes e/ou presentes, de livros de histórias, de ingredientes para uma receita, nomes de animais, questões para um projeto).
• Trabalhar com textos conhecidos de memória, para ajudar na conservação da escrita
• Ditado de palavras do texto. 
• Análise oral e escrita do número de sílaba, sílaba inicial e final das palavras do texto.
• Lista de palavras com a mesma silaba final ou inicial;
• Escrever palavras dado a letra inicial;
• Ligar desenho a primeira letra da palavra;
• Usar jogos e brincadeiras (forca, cruzadinhas, caça-palavras);
• Organizar supermercados e feiras; fazer “dicionário” ilustrado com as palavras aprendidas,diário da turma, relatórios de atividades ou projetos com ilustrações e legendas;
• Propor atividades em dupla (um dita e outro escreve), para reescrita de notícias, histórias,pesquisas, canções, parlendas e trava-línguas.
• Produção de textos, ditados, listas.

ESCRITA SILÁBICA-ALFABÉTICA
• Ordenar frases do texto;
• Completar frases, palavras, sílabas e letras das palavras dotexto;
• Dividir palavras em sílabas;
• Formar palavras a partir de sílabas;
• Ligar palavras ao número de sílabas;
• Produção de textos, ditados, listas.

ESCRITA ALFABÉTICA
• Investir em conversas e debates diários.
• Possibilitar o uso de estratégias de leitura, além da decodificação
• Considerar o “erro” como construtivo e parte do processo de aprendizagem
• Produção coletiva de diversos tipos de textos.
• Análise lingüística das palavras
• Reescrita de texto(individual / coletiva)
• Revisão de texto.
• Atividades de escrita: complete, forca, enigma, stop, cruzadinha, lacunado, caça-palavra.
• Copiar palavras inteiras;
• Contar número de letra ou palavra de uma frase;
• Pintar intervalos entre as palavras;
• Completar letras que faltam de uma palavra;
• Ligar palavras ao número de letras e a letra inicial;
• Circular ou marcar letra inicial ou final;
• Circular ou marcar letras iguais ao seu nome ou palavra-chave.
• Produção de textos, ditados, listas.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Hipóteses da escrita das crianças

As hipóteses (fases) da escrita da criança segundo Emília Ferreiro são:





• Nível 1: Hipótese Pré-Silábica
A criança:
- não estabelece vinculo entre fala e escrita;
- demonstra intenção de escrever através de traçado linear com formas diferentes;
- usa letras do próprio nome ou letras e números d\na mesma palavra;
- caracteriza uma palavra como letra inicial;
- tem leitura global, individual e instável do que escreve: só ela sabe o que quis escrever;

• Nível 2: Intermediário I
A criança:
- começa a ter consciência de que existe alguma relação entre pronuncia e a escrita;
- começa a desvincular a escrita das imagens e os números das letras;
- conserva as hipóteses da quantidade mínima e da variedade de caracteres.

• Nível 3: Hipótese Silábica
A criança:
- já supõe que a escrita representa a fala;
- tenta fonetizar a escrita e dar valor sonoro às letras;
- já supõe que a menor unidade de língua seja a sílaba;
- em frases, pode escrever uma letra para cada palavra.

• Nível 4: Hipótese Silábico-Alfabética ou Intermediário II
A criança:
- inicia a superação da hipótese silábica;
- compreende que a escrita representa o som da fala;
- passa a fazer uma leitura termo a termo; (não global)
- consegue combinar vogais e consoantes numa mesma palavra, numa tentativa de combinar sons, sem tornar, ainda, sua escrita socializável. Por exemplo, CAL para cavalo.

• Nível 5: Hipótese alfabética
A criança:
- compreende que a escrita tem função social;
- compreende o modo de construção do código da escrita;
- omite letras quando mistura as hipóteses alfabética e silábica;
- não tem problemas de escrita no que se refere a conceito;
- não e ortográfica e nem léxica.


Não existe o nível ortográfico. Dizemos que a criança está alfabética, mas possui dificuldades em grafar as palavras corretamente. 

As atividades podem ser: cruzadinhas, agrupamentos de palavras pela dificuldade ortográfica, jogos, uso do dicionário etc.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Sequência didática - Plano para uma semana

O Plano de aula é um aliado do professor, uma vez que é por intermédio do planejamento que o professor vai delinear suas ações para alcançar seus objetivos ao longo de um período. Ele é feito para uma única aula, mas pode estar inserido em uma sequência didática ou em um projeto.

Exemplo de Sequência didática:

Semana de __a __ de Fevereiro

1.    1. Objetivos:
- Socializar as crianças ao novo ambiente;
- Interagir por meio de brincadeiras, músicas, histórias, roda de conversa e atividades relacionadas ao seu nome.
- Elaborar os combinados da classe.

2.   2. Conteúdos:

§ Conversas, relatos de vivências.
§ Nomes dos colegas, da professora.
§ Crachá e cartaz de nomes;
§ Alfabeto;
§ Histórias infantis de livros;
§ Regras de convivência e valores;
§ Observação dos diferentes ambientes do espaço escolar.
§ Brincadeiras
§ A família do aluno.

3. Procedimentos:

2ª feira –  Recepção das crianças.  Minha apresentação e das crianças.
                  Entrega dos crachás e dinâmica de grupo (Quebra-gelo)
       Passeio na escola e suas dependências. Na sala, discussão sobre os combinados.
       Leitura pelo professor: Camila e a volta às aulas.

3ª feira – Roda de conversa sobre o primeiro dia de aula.
                Brincadeiras por meio de cantigas de roda.
                 Jogos com os crachás de nomes.
                Leitura pelo professor: O batalhão das letras e música do alfabeto.


4ª feira – Roda de conversa sobre a rotina da escola e dos combinados.
                 Leitura pelo professor: Curiosidade premiada
                 Atividade envolvendo as expectativas das crianças com relação à escola.
                 Brincadeiras de mímica.
                 
5ª feira –  Roda de conversa sobre a família da criança.
                   Representação da família em forma de desenho.
                   Atividade com cartaz com os nomes das crianças
                   Brincadeiras de roda.
                   Roda de leitura livre.

6ª feira  - Leitura pelo professor: E eu com isso? (respeito)
                 Roda de conversa sobre valores.         
                 Dinâmica de grupo. ( O amor)
      Revisão  dos combinados (cartazes)
      Brincadeiras de roda.

4. Recursos :
- Crachá com o nome;
- Brincadeiras
-cantigas de roda
-jogos
- Hora do Conto –
- Literatura infantil que explore a diversidade e o respeito
- Cartaz coletivo – nomes das crianças
-Cartaz dos combinados

5.  Avaliação:
A avaliação será  contínua, observando o interesse e a participação nas atividades propostas.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

A proposta de ensino sócio-construtivista

As vantagens da concepção (não é um método) construtivista são muitas:

1- A alfabetização acontece respeitando individualidade de cada aluno e seu ritmo, trabalhando com os níveis de aquisição do processo da escrita, segundo a educadora Emília Ferreiro.
2- A alfabetização é um processo de construção, em que a criança constrói seu conhecimento a partir de reflexões e conflitos de suas hipóteses de escrita.
3- A alfabetização se desenvolve no contexto de e por meio de práticas sociais de leitura e de escrita. Através de vários portadores de textos, a criança entra em contato com a leitura e a escrita do mundo que nos cerca, mesmo ainda sem saber ler. É o processo de alfabetizar letrando.

O processo de alfabetização ocorre por meio das intervenções junto aos alunos, levando-os a entrarem em conflito sobre suas hipóteses de escrita por meio das reflexões das mesmas e a avançarem no seu processo de ensino-aprendizagem.
Ele parte de uma sondagem, que realizada no início do ano e a cada bimestre, diagnosticando quais as hipóteses dos alunos sobre a escrita.
Nas  aulas utiliza-se  diversos tipos de textos como parlendas, trava-línguas, receitas, músicas, bilhetes, poemas, histórias... e muitos jogos.
A hora da leitura é rotina diária, leitura para os alunos de  livro, notícia, curiosidade etc. E na hora da leitura livre as crianças podem entrar em contato com diversos portadores de textos.
Não faltam cartazes com listas de nomes dos alunos ou palavras significativas como lista de brinquedos, uma parlenda ou cantiga conhecida pelo aluno e outros. Assim a criança vai se apropriando do código lingüístico, mesmo sem ainda saber ler.
O papel do alfabetizador é ser um mediador no processo ensino-aprendizagem de seus alunos. Conhecendo e respeitando os alunos, levando-os a construírem seus próprios conhecimentos.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Dúvidas sobre alfabetização

Dúvidas:

Como alfabetizar?
Qual é o melhor método?
Será que vai dar certo o que vou trabalhar?

Se você está se sentindo insegura(o) com o seu trabalho em alfabetizar, saiba que você não é única(o).
Eu também já passei por isso e só com o tempo e a prática é que escolhemos e encontramos o melhor caminho a percorrer.
Por isso procure conhecer as concepções de alfabetização, veja quais são as vantagens e desvantagens de cada uma.
A escolha do método depende muito do Projeto Pedagógico de sua escola e dos pressupostos educacionais de seu município ou estado.

Já postei sobre os métodos tradicionais e sobre o construtivismo.


sábado, 4 de fevereiro de 2012

Os métodos tradicionais


Há vários métodos de ensino, o montessoriano, piagetiano, tradicional, construtivista, etc. Depende da proposta da escola em em você trabalha para saber qual maneira ensinar.

Os métodos tradicionais são:

Alfabético ou soletração
Esse método parte da letra isolada para depois juntá-la a outras, através das sílabas, é um dos mais antigos métodos de alfabetização, tem como ponto de partida a decoração das letras do alfabeto, depois as famílias das sílabas e por último as palavras. Em seguida a criança passa a ler palavras curtas e com o tempo vai evoluindo até começar ler pequenos textos. Nesse processo a criança soletra as sílabas até decodificar a palavra. Por exemplo, a soletração da palavra mesa que fica assim m, e, me, s, a, sa, mesa. Nesse método é permitido a utilização da cartilha.

Fônico
Este método surgiu sobre a influência da linguística e tem como unidade central o fonema e passou a ser adotado no lugar do alfabético na intenção de superar a grande dificuldade existente naquele por causa da diferença entre nome, som e letra. Ele consiste na memorização dos sons das letras antes de fazer a associação com os desenhos que as representam, ou seja, a criança só vai ter contato com a grafia após fixar os sons.

Silábico
O método silábico tem como proposta  ao processo de alfabetização a partir da sílaba. Posteriormente propôs que fosse ensinado primeiro as vogais, depois as consoantes simples e em seguida os encontros consonantais, de acordo com estudos esse método é um dos métodos que permanece até os dias atuais.
Este método tem como característica a somatória que inicia pelas vogais e pelos encontros vocálicos, depois, ocorre a apresentação do som e da grafia das consoantes. Em seguida, parte-se da junção das consoantes com as vogais formando-se sílabas simples. E por fim os encontros consonantais e as sílabas complexas são apresentados. Somente após a fixação dessas etapas é que o professor apresenta sentenças e mais adiante o texto.

Palavração
Neste método primeiro o aluno aprende as palavras só então se faz a separação em sílabas para a formação de novas palavras. Dessa forma é proposto que ela acompanhe pequenos textos. O professor escreve as palavras que pretende trabalhar em fichas, cartazes, no quadro, etc., acompanhadas ou não de figuras. No decorrer da memorização são estudadas as sílabas e as letras que compõem a palavra.
As palavras são apresentadas de forma agrupada, e geralmente seu ensino parte do pressuposto de que os alunos aprendem a reconhecê-los através da memorização de sua configuração gráfica. Ao mesmo tempo a atenção é dirigida aos detalhes da palavra com sílabas, letras e sons.  E estes depois reunidos, auxiliam o aluno a enfrentar palavras novas.

Sentenciação
Neste método o aluno aprende uma sentença, ou seja, uma frase de acordo com o interesse de todos os alunos, que em seguida é dividida em palavras que novamente serão divididas em sílabas que uma vez aprendidas serão usadas na leitura de novas palavras.

Conto ou texto
Neste método o professor apresenta ao aluno um texto que é lido em voz alta após a leitura é destaca uma frase, uma palavra, até chegar às sílabas ou às letras para formar novas palavras, a idéia fundamental é fazer com que a criança entenda que ler é descobrir o que está escrito.

Observação: Só tenho disponível a Apostila do método tradicional onde se trabalha o texto, retirando a palavra e só então se faz a separação em sílabas para a formação de novas palavras.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

LIVROS INFANTIS PARA O INÍCIO DAS AULAS

Olá!
Hoje trago algumas sugestões de livros para a leitura diária com os alunos nesses primeiros dias de aula:

PALAVRAS, MUITAS PALAVRAS
RUTH ROCHA
A autora brinca com as palavras de cada letra do alfabeto.
O BATALHÃO DAS LETRAS
MÁRIO QUINTANA
O poeta brinca com as letras do alfabeto conciliando aprendizagem e diversão.







O MENINO QUE APRENDEU A VER
RUTH ROCHA
O livro fala sobre a descoberta da leitura.






E EU COM ISSO/ APRENDENDO SOBRE RESPEITO
BRIAN MOSES E MIKE GORDON
O livro traz situações do cotidiano para mostrar as relações de respeito entre as pessoas e si mesmo.





A CURIOSIDADE PREMIADA
FERNANDA LOPES DE ALMEIDA
A criança pergunta sobre tudo, incomodando todo mundo. Mas logo todos percebem que esse é um bom jeito de descobrir o mundo.
Para trabalhar com as expectativas dos alunos para o novo ano escolar.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Carta aos pais

Esta carta pode ser lida para os pais na Reunião de Pais ou enviada para eles lerem em casa. É um instrumento importante de reflexão para os pais à respeito da educação de seus filhos.

Pedido que uma criança fez a seus pais.

Não tenham medo de serem firmes comigo. Prefiro assim. Isto faz com que me sinta mais seguro. Não me estragem. Sei que não devo ter tudo o que peço. Só estou experimentando você.
Não deixe que eu adquira maus hábitos. Dependo de vocês para saber o que é certo ou errado.
Não me corrija com raiva na frente de estranhos. Aprenderei muito mais se falarem comigo com calma e em particular.
Não me protejam das conseqëncias de meus erros. Às vezes eu preciso aprender pelo caminho mais áspero.
Não levem muito à sério as minhas pequenas dores. Necessito delas para obter a atenção que desejo. Não sejam irritantes ao me corrigirem. Se assim fizerem eu poderei fazer o contrário do que me pedem.
Não me façam promessas que não poderão cumprir depois. Lembrem-se de que isto me deixará profundamente desapontado. Sou facilmente levado a dizer mentiras.
Não me mostrem um Deus vingativo. Isto me afastará dele.
Não desconversem quando faço perguntas, senão serei levado à procurar as respostas na rua todas às vezes que não as tiver em casa.
Não se mostrem para mim como pessoas infalíveis. Ficarei extremamente chocado quando descobrir um erro seu.
Não me digam simplesmente que meus receios e medos são bobos. Ajude-me a compreendê-los e vencê-los.
Não digam que não conseguem me controlar. Eu me julgarei, então, mais forte que vocês. Não me tratem como uma pessoa sem personalidade. Lem rem-se de que eu tenho meu próprio modo de ser.
Não vivam apontando os erros das pessoas que me cercam, isso vai criar em mim, mais cedo ou mais tarde o espírito de intolerância.
Não se esqueçam de eu gosto de experimentar as coisas por mim mesmo. Não queiram me ensinar tudo.
Não desistam nunca de me ensinar o bem, mesmo quando eu pareça não estar aprendendo. Insistam com amor e energia. Insistam através do exemplo e no futuro vocês verão em mim o fruto daquilo que plantaram.

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