VENDA DE APOSTILAS E PROJETOS

Como complemento ao meu trabalho neste blog, elaborei para venda diversas apostilas de atividades de alfabetização e projetos pedagógicos de variados temas indicados para professores que atuam em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Alfabetização de Jovens e Adultos (EJA).

Tenho também CDs de áudio para Educação Infantil e Fundamental I, cartazes em EVA e livros infantis.

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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Atividades para o mês de setembro

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domingo, 20 de agosto de 2017

Brinquedo para a alfabetização

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Trabalhando com letras móveis


Um recurso pedagógico bem significativo para o processo de alfabetização e que as crianças adoram é o alfabeto móvel. É um material que tem contribuído para que as crianças realizem grandes descobertas em relação à escrita e a leitura. São letras em bastão que podem ser confeccionadas ou já compradas prontas.
No  primeiro momento, o material serve como base para os alunos conhecerem todo o alfabeto. Após ter o domínio de cada letra, é possível  lançar o desafio para a turma começar a formar palavras.
No início da construção do sistema escrito, as crianças passam por vários conflitos, principalmente quando se depararam com o grande número de letras em mãos para poder construir a palavra. Assim o trabalho com as letras móveis  ajuda a criança a elaborar as ideias e hipóteses sobre a escrita.
Para trabalhar com o alfabeto móvel  o professor deve organizar os alunos em duplas, em função do que os alunos já sabem sobre a escrita. Ex: pré-silábicos com silábicos, silábicos com valor sonoro com silábicos sem valor sonoro, silábicos-alfabéticos com alfabéticos e alfabéticos com alfabéticos.
Esse tipo de atividade, faz com que o aluno pense a respeito da escrita, pois quando é pedido para ler o que escreveu, na hora ele percebe que está faltando alguma letra. 
As atividades devem ser com palavras e pequenos textos significativos como listas,  parlendas ou cantigas que já conhecem.
Durante as atividades  circular pela sala e colocar questões para que os alunos reflitam sobre as palavras que montaram.
Peça sempre para que a criança leia a palavra mostrando com o dedo as letras/sílabas.

Por exemplo: trabalhando com uma lista de frutas e a criança monta a palavra abacaxi assim ABCI, o professor pode intervir dizendo que abacaxi tem 7 letras e está faltando letras na palavra que formou.

Outro exemplo: a criança monta banana assim BAMLANAN, intervir dizendo que banana tem 6 letras e mostrar que ela colocou letras a mais. Pode-se separar as letras da palavra para que ela utilize somente as 6 letras.


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Alfabetização na concepção construtivista e sócio interacionista

Da década de oitenta para cá, a alfabetização passou a ser vista como construção ativa de um saber pelo aprendiz, que só pode dominá-la se estiver em contato contínuo com o objeto de sua aprendizagem, ou seja, a escrita produzida fora da escola em seus usos sociais cotidianos. Nessa concepção, o aluno é visto como aprendiz ativo, e seu interesse pelo conhecimento ou necessidade que sente dele como motores da aprendizagem.  A língua passou a ser vista como mais do que um código, algumas vezes como sistema de representação, outras como discurso.
Duas são as principais concepções de alfabetização, ou seja, como se dá a construção ativa da língua para o aprendiz:
1. Para os construtivistas, a língua é apropriada por meio de um processo psicológico interno, individual. Para eles, toda a aprendizagem é feita pelo aprendiz de uma forma espontânea, pelo contato com o que existe no meio em que vive. Os construtivistas apóiam suas teorias em Piaget, pesquisador suíço do  desenvolvimento da inteligência na criança.
2. Para os sócio interacionistas, o processo de apropriação da escrita se dá primeiro nas interações sociais, para depois ser internalizado pelo aprendiz. Para eles, toda a aprendizagem é feita, de início, socialmente, para depois se tornar uma construção individual. Os sociointeracionistas apóiam suas teorias em Vygotsky, pesquisador russo do desenvolvimento da inteligência e da aprendizagem da criança.

domingo, 13 de agosto de 2017

Incentivando a leitura

Algumas atitudes simples para aproximar alunos e livros:

* Tenha na sala de aula um cantinho da leitura ou uma "caixa mágica" com jornais, revistas e gibis, para que na hora da leitura livre os alunos entrem em contato com diversos tipos de textos.
* Monte um local agradável na classe, com tapetes e almofadas, para os alunos ficarem confortáveis.
* Faça leitura coletiva de livros.
* Crie o "dia do livro". Leve uma caixa com várias obras para que os alunos escolham uma e contem a história para os colegas após a leitura.
* Utilize jornais diários. Citar as notícias é um recurso interessante para familiarizar o aluno com a leitura.
* Realize um teatrinho com as histórias dos livros lidos pelos alunos.
* Seja um bom exemplo: leia e consumalivros, mostre aos alunos as obras novas que adquiriu.
* Procure trocar ideias e informações sobre as obras lidas. Isso aguça a curiosidade do aluno.
* Realize um sarau de poemas. A linguagem poética diverte, incita e desperta a imaginação.
* Reserve todos os dias 10 minutos para contar o capítulo de algum livro.
* Faça uma "sacolinha da leitura", enfeitada com vários adereços, para que a criança leve o livro quando emprestar, junto mande um bilhete aos pais explicando o projeto da classe e ressalte a importância da participação deles no processo.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

APOSTILAS DE ALFABETIZAÇÃO


Para adquirir, entre em contato pelo email glaucerossi@terra.com.br ou pelos telefones (11) 97575-9228 (Vivo) - (11) 95248-7897 (Tim e WhatsApp).

domingo, 6 de agosto de 2017

Alfabetização na proposta socioconstrutivista


O processo de alfabetização socioconstrutivista ocorre por meio das intervenções junto aos alunos, levando-os a entrarem em conflito sobre suas hipóteses de escrita por meio das reflexões das mesmas e a avançarem no seu processo de ensino-aprendizagem.
Ele parte de uma sondagem, que realizada no início do ano e a cada bimestre, diagnosticando quais as hipóteses dos alunos sobre a escrita.
Nas  aulas são utilizados  diversos tipos de textos como parlendas, trava-línguas, receitas, músicas, bilhetes, poemas, histórias... e muitos jogos.
A hora da leitura é rotina diária, leitura para os alunos de  livro, notícia, curiosidade etc. E na hora da leitura livre as crianças podem entrar em contato com diversos portadores de textos.
Não faltam cartazes com listas de nomes dos alunos ou palavras significativas como lista de brinquedos, uma parlenda ou cantiga conhecida pelo aluno e outros. Assim a criança vai se apropriando do código lingüístico, mesmo sem ainda saber ler.
O papel do alfabetizador é ser um mediador no processo ensino-aprendizagem de seus alunos. Conhecendo e respeitando os alunos, levando-os a construírem seus próprios conhecimentos.

As vantagens desta proposta são muitas:

1- A alfabetização acontece respeitando individualidade de cada aluno e seu ritmo, trabalhando com os níveis de aquisição do processo da escrita, segundo a educadora Emília Ferreiro.

2- A alfabetização é um processo de construção, em que a criança constrói seu conhecimento a partir de reflexões e conflitos de suas hipóteses de escrita.

3- A alfabetização se desenvolve no contexto de e por meio de práticas sociais de leitura e de escrita. Através de vários portadores de textos, a criança entra em contato com a leitura e a escrita do mundo que nos cerca, mesmo ainda sem saber ler. É o processo de alfabetizar letrando.

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