VENDA DE APOSTILAS E PROJETOS

Como complemento ao meu trabalho neste blog, elaborei para venda diversas apostilas de atividades de alfabetização e projetos pedagógicos de variados temas indicados para professores que atuam em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Alfabetização de Jovens e Adultos (EJA).

Tenho também CDs de áudio para Educação Infantil e Fundamental I, cartazes em EVA e livros infantis.

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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Alfabetização na concepção construtivista e sócio interacionista

Da década de oitenta para cá, a alfabetização passou a ser vista como construção ativa de um saber pelo aprendiz, que só pode dominá-la se estiver em contato contínuo com o objeto de sua aprendizagem, ou seja, a escrita produzida fora da escola em seus usos sociais cotidianos. Nessa concepção, o aluno é visto como aprendiz ativo, e seu interesse pelo conhecimento ou necessidade que sente dele como motores da aprendizagem.  A língua passou a ser vista como mais do que um código, algumas vezes como sistema de representação, outras como discurso.
Duas são as principais concepções de alfabetização, ou seja, como se dá a construção ativa da língua para o aprendiz:
1. Para os construtivistas, a língua é apropriada por meio de um processo psicológico interno, individual. Para eles, toda a aprendizagem é feita pelo aprendiz de uma forma espontânea, pelo contato com o que existe no meio em que vive. Os construtivistas apóiam suas teorias em Piaget, pesquisador suíço do  desenvolvimento da inteligência na criança.
2. Para os sócio interacionistas, o processo de apropriação da escrita se dá primeiro nas interações sociais, para depois ser internalizado pelo aprendiz. Para eles, toda a aprendizagem é feita, de início, socialmente, para depois se tornar uma construção individual. Os sociointeracionistas apóiam suas teorias em Vygotsky, pesquisador russo do desenvolvimento da inteligência e da aprendizagem da criança.

domingo, 13 de agosto de 2017

Incentivando a leitura

Algumas atitudes simples para aproximar alunos e livros:

* Tenha na sala de aula um cantinho da leitura ou uma "caixa mágica" com jornais, revistas e gibis, para que na hora da leitura livre os alunos entrem em contato com diversos tipos de textos.
* Monte um local agradável na classe, com tapetes e almofadas, para os alunos ficarem confortáveis.
* Faça leitura coletiva de livros.
* Crie o "dia do livro". Leve uma caixa com várias obras para que os alunos escolham uma e contem a história para os colegas após a leitura.
* Utilize jornais diários. Citar as notícias é um recurso interessante para familiarizar o aluno com a leitura.
* Realize um teatrinho com as histórias dos livros lidos pelos alunos.
* Seja um bom exemplo: leia e consumalivros, mostre aos alunos as obras novas que adquiriu.
* Procure trocar ideias e informações sobre as obras lidas. Isso aguça a curiosidade do aluno.
* Realize um sarau de poemas. A linguagem poética diverte, incita e desperta a imaginação.
* Reserve todos os dias 10 minutos para contar o capítulo de algum livro.
* Faça uma "sacolinha da leitura", enfeitada com vários adereços, para que a criança leve o livro quando emprestar, junto mande um bilhete aos pais explicando o projeto da classe e ressalte a importância da participação deles no processo.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

APOSTILAS DE ALFABETIZAÇÃO


Para adquirir, entre em contato pelo email glaucerossi@terra.com.br ou pelos telefones (11) 97575-9228 (Vivo) - (11) 95248-7897 (Tim e WhatsApp).

domingo, 6 de agosto de 2017

Alfabetização na proposta socioconstrutivista


O processo de alfabetização socioconstrutivista ocorre por meio das intervenções junto aos alunos, levando-os a entrarem em conflito sobre suas hipóteses de escrita por meio das reflexões das mesmas e a avançarem no seu processo de ensino-aprendizagem.
Ele parte de uma sondagem, que realizada no início do ano e a cada bimestre, diagnosticando quais as hipóteses dos alunos sobre a escrita.
Nas  aulas são utilizados  diversos tipos de textos como parlendas, trava-línguas, receitas, músicas, bilhetes, poemas, histórias... e muitos jogos.
A hora da leitura é rotina diária, leitura para os alunos de  livro, notícia, curiosidade etc. E na hora da leitura livre as crianças podem entrar em contato com diversos portadores de textos.
Não faltam cartazes com listas de nomes dos alunos ou palavras significativas como lista de brinquedos, uma parlenda ou cantiga conhecida pelo aluno e outros. Assim a criança vai se apropriando do código lingüístico, mesmo sem ainda saber ler.
O papel do alfabetizador é ser um mediador no processo ensino-aprendizagem de seus alunos. Conhecendo e respeitando os alunos, levando-os a construírem seus próprios conhecimentos.

As vantagens desta proposta são muitas:

1- A alfabetização acontece respeitando individualidade de cada aluno e seu ritmo, trabalhando com os níveis de aquisição do processo da escrita, segundo a educadora Emília Ferreiro.

2- A alfabetização é um processo de construção, em que a criança constrói seu conhecimento a partir de reflexões e conflitos de suas hipóteses de escrita.

3- A alfabetização se desenvolve no contexto de e por meio de práticas sociais de leitura e de escrita. Através de vários portadores de textos, a criança entra em contato com a leitura e a escrita do mundo que nos cerca, mesmo ainda sem saber ler. É o processo de alfabetizar letrando.

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