VENDA DE APOSTILAS E PROJETOS

Como complemento ao meu trabalho neste blog, elaborei para venda diversas apostilas de atividades de alfabetização e projetos pedagógicos de variados temas indicados para professores que atuam em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Alfabetização de Jovens e Adultos (EJA).


Os interessados poderão também entrar em contato por email ou pelos telefones abaixo:

glaucerossi@terra.com.br

glaucerossi@gmail.com

glauce.rossi@hotmail.com

WhatsApp (11) 97574-9228 (Vivo)

Glauce ou Hugo no horário de atendimento das 9:00 às 20:00 de segunda à sexta-feira.


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sábado, 28 de fevereiro de 2015

Alfabetizar letrando



A concepção de alfabetização atualmente mais difundida é a de alfabetizar letrando.
Alfabetizar letrando significa orientar o/a alfabetizando/a para que ele/a aprenda a ler e a escrever na perspectiva da convivência com práticas reais de leitura e de escrita. Isto implica em substituir as tradicionais e artificiais cartilhas por livros, por revistas, por jornais, enfim, pelo material de leitura que circula na escola e na sociedade, criando situações que tornem necessárias e significativas práticas de produção de textos.

Por onde começar?
Primeiro você precisa fazer o diagnóstico, ou seja a sondagem com um rol de palavras e verificar em qual fase de aquisição da escrita seus alunos se encontram.

No 1º ano pode-se iniciar o trabalho através de palavras significativas, como por exemplo: os nomes dos alunos.

Você pode agrupar os alunos (em duplas) com níveis próximos, exemplos: pré-silábico com silábicos, silábicos com silábicos alfabéticos, silábicos alfabéticos com alfabéticos e outros. O que não pode é agrupar alunos com níveis bem distintos, por exemplo, pré-silabico com alfabético.

Para as 1º e 2º anos, tendo como objetivo alcançar que todos os alunos passem para a fase alfabética, utilize textos conhecidos como listas, rótulos, parlendas, músicas, cantigas, trava-línguas, adivinhas, histórias em quadrinhos, receitas, poemas e outros.

Materiais na concepção alfabetizar letrando:


https://sites.google.com/site/atividadesdaprofaglauce/1o-e-2o-anos

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Alfabetização e construtivismo









Para Emilia Ferreiro, o ato de ensinar desloca-se para o ato de aprender por meio da construção de um conhecimento que é realizado pelo educando, que passa a ser visto como um agente e não como um ser passivo que recebe e absorve o que lhe é "ensinado".

Na perspectiva dos trabalhos desenvolvidos por Ferreira, os conceitos de prontidão, imaturidade, habilidades motoras e perceptuais, deixam de ter sentido isoladamente como costumam ser trabalhados pelos professores. Estimular aspectos motores, cognitivos e afetivos são importantes, mas, vinculados ao contexto da realidade sócio-cultural dos alunos.
Para a educadora, é necessário para o processo de aquisição da escrita que o professor compreenda os diferentes níveis em que os alunos se encontram e vão se desenvolvendo durante o processo de alfabetização.
Ferreiro coloca que para a alfabetização ter sentido, ser um processo interativo, é preciso trabalhar com o contexto da criança, com histórias e com intervenções, desde que essas palavras ou histórias façam algum sentido para elas.


Não é porque o aluno participa de forma direta da construção do seu conhecimento que o professor não precisa ensiná-lo. Ou seja, cabe ao professor organizar atividades que favoreçam a reflexão da criança sobre a escrita, porque é pensando que ela aprende.


Definitivamente, não existe o "método Emília Ferreiro", com passos predeterminados, como muitos ainda possam pensar. Os professores têm à disposição uma metodologia de ensino da língua escrita coerente com as mudanças apontadas pela psicolinguista, produzida por educadores de vários países.
O fato de a criança aprender a ler e escrever lendo e escrevendo, mesmo sem saber fazer isso, é um desses princípios. Nas escolas construtivistas, os alunos se alfabetizam participando de práticas sociais de leitura e de escrita.
É oportuno lembrar que o construtivismo não é um método de ensino. Construtivismo se refere ao processo de aprendizagem, que coloca o sujeito da aprendizagem como alguém que conhece e que o conhecimento é algo que se constrói pela ação deste sujeito. Nesse processo de aprendizagem o ambiente também exerce seu papel, pois, o sujeito que conhece faz parte de um determinado ambiente cultural.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Métodos e concepções de alfabetização



Você conhece os métodos que os professores utilizavam antigamente (até os anos 80) e ainda fazem uso deles?
E as concepções de alfabetização como o construtivismo e o letramento (a partir dos anos 80)?
Entende o que é alfabetizar letrando, a concepção mais atual?
No documento abaixo (uma indicação para leitura) você vai encontrar os pressupostos dos métodos sintéticos (alfabético, fônico, silábico), os analíticos (palavração, sentenciação, ideográfico, historieta) e os mistos.
O documento também descreve sobre o construtivismo e o letramento.
Por último, aborda o paradigma do alfabetizar letrando, pela educadora Magda Soares.
Se você se interessou, acesse o link abaixo e como o próprio documento descreve:

"Revisitar tais concepções, possibilita ao professor/a alfabetizador/a rever a sua prática pedagógica,na perspectiva da ação-reflexão-ação, detectando limites e possibilidades, auxiliando na resignificação do seu olhar para o processo de construção da língua escrita e da sua postura metodológica."


terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Avaliação diagnóstica de 3º, 4º e 5º anos


Para os anos de 3º, 4º e 5º anos a avaliação diagnóstica deve apresentar um texto para leitura e interpretação e uma produção de texto. Também pode-se apresentar vários textos tipo Prova Saresp.

Exemplos:

1. Leitura e Interpretação de texto:

Era uma vez uma árvore que amava um menino.

E todos os dias
o menino
vinha,
juntava
suas
folhas
e com elas fazia
coroas de rei;
com elas brincava
de rei da floresta.

Subia em seu grosso tronco,
balançava-se em seus galhos,
comia suas maçãs.

E brincavam
de esconder.
quando ficava cansado,
o menino repousava
à sua sombra fresquinha.

O menino amava a árvore...
profundamente.
e a árvore era feliz.

Shel Silverstein ( tradução Fernando Sabino)

1. De que fala o texto?
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2. Quem o escreveu?
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3. Quem o traduziu para nossa língua?
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4. Onde o menino repousava?
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5. Por que a árvore era feliz?
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6. É possível um ser humano ser amigo da Natureza? Como podemos fazer isso?
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7. Por que é importante cuidarmos da Natureza?
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2. Produção de texto

OBSERVE O DESENHO E ESCREVA UMA HISTÓRIA:













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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Avaliação diagnóstica - 2º ano



AVALIAÇÃO diagnóstica de português - 2º ANO

1.   Ditado de uma lista de palavras:

Os alunos da nossa escola trouxeram  os materiais escolares e junto com a professora fizeram uma lista. escreva as palavras que a professora disser.
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 2.  escrita  de uma cantiga conhecida:

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 3.      LEITURA DE TEXTO

                   PRAIAS LIMPAS

VOCÊ JÁ SABE QUE LUGAR DE LIXO É NO LIXO? PARA FACILITAR AS COISAS QUANDO FOR À PRAIA, LEVE UM SAQUINHO PLÁSTICO PARA JOGAR NELE LIXO, RESTOS DE COMIDA, PAPEL.


O ASSUNTO DO TEXTO É:

(    ) BRINCADEIRAS NA PRAIA
(    ) LIMPEZA NAS PRAIAS
(    ) PASSEIO DE CARRO
(    ) RESTOS DE COMIDA
                                                                                                        

COMO APLICAR A SONDAGEM:

QUESTÃO 1 (VERIFICAR A ESCRITA)

A PROFESSORA DITA A PALAVRA INTEIRA, NÃO EM SÍLABAS.

LAPISEIRA

CADERNO

LÁPIS

GIZ

O LÁPIS CAIU NO CHÃO.


QUESTÃO 2  (VERIFICAR A ESCRITA)

O ALUNO ESCREVE DO SEU JEITO UMA PARLENDA CONHECIDA, POR EXEMPLO:

LÁ EM CIMA DO PIANO
TINHA UM COPO DE VENENO
QUEM BEBEU MORREU
O CULPADO NÃO FUI EU.


QUESTÃO 3  (VERIFICAR A LEITURA)

O ALUNO LÊ SOZINHO O TEXTO PARA RESPONDÊ-LO.



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