VENDA DE APOSTILAS E PROJETOS

Como complemento ao meu trabalho neste blog, elaborei para venda diversas apostilas de atividades de alfabetização e projetos pedagógicos de variados temas indicados para professores que atuam em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Alfabetização de Jovens e Adultos (EJA).


Os interessados poderão também entrar em contato por email ou pelos telefones abaixo:

glaucerossi@terra.com.br

glaucerossi@gmail.com

glauce.rossi@hotmail.com

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Glauce ou Hugo no horário de atendimento das 9:00 às 20:00 de segunda à sexta-feira.


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domingo, 28 de abril de 2019

Como trabalhar problemas em Matemática



O fundamento mais importante da matemática é a resolução de problemas.
As crianças estão acostumadas no cotidiano social a resolver problemas. Mas o mesmo não acontece na escola onde as crianças são treinadas a dar uma resposta pronta, que acreditam que a professora espera e não uma resposta adequada ao problema.
É importante que o professor dialogue com os seus alunos e conheça o que o seu aluno cria nas proposições matemáticas ofertadas.
Um aspecto fundamental na atividade com resolução de problemas em sala de aula é que os professores observem e considerem os modos próprios de resolução e de aprendizagem de cada criança.

 Exemplos de 3 modos diferentes de resolução de problemas pelos alunos:






Como trabalhar as situações-problemas:

1. Em primeiro lugar, é preciso que as crianças interpretem a situação-problema vivenciada, compreendam o enunciado do problema seja oral ou escrito. 

2. Compreendida a situação proposta, oralmente ou no enunciado do problema, os alunos terão condição de desenvolver as estratégias de resolução mobilizando conceitos matemáticos conhecidos e então decidir como resolver. 

3. Construída a estratégia, o aluno realizará os cálculos, promoverá a solução, chegará à resposta. A realização dos cálculos pode ocorrer de diferentes modos: com risquinhos, desenhos, numerais etc.

4. A socialização das estratégias desenvolvidas pelos alunos é um recurso a mais para que percebam as diferentes possibilidades de resolução e os caminhos pensados e construídos para chegar às respostas.

👉VEJA TAMBÉM:


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quarta-feira, 24 de abril de 2019

Alfabetização Matemática na BNCC


O aluno utiliza a matemática no seu cotidiano e a utiliza com acertos. Exemplos disso é o trato com números de telefone, de números das casas da rua onde mora, compras que fazem, jogos em que contam, adicionam, subtraem e dão resultados, eventuais coleções de figurinhas etc.

O grande desafio para o professor de alfabetização em Matemática é equacionar o conhecimento matemático cotidiano da criança ao conhecimento matemático formal do aluno, tornando a aprendizagem significativa.

De acordo com a BNCC,  no 1º ano do ensino fundamental:

- OBJETO DO CONHECIMENTO:
Contagem de rotina. Contagem ascendente e descendente.  Reconhecimento de números no contexto diário: indicação de quantidades, indicação de ordem ou indicação de código para a organização de informações.


- HABILIDADE NA BNCC: 
(EF01MA01) Utilizar números naturais como indicador de quantidade ou de ordem em diferentes situações cotidianas e reconhecer situações em que os números não indicam contagem nem ordem, mas sim código de identificação.



EXEMPLOS DE ATIVIDADES DE MATEMÁTICA NO DIA-A-DIA DA CRIANÇA:






quarta-feira, 17 de abril de 2019

Atividades de leitura


Ao longo dos primeiros  anos é importante que as atividades de leitura  favoreçam o desenvolvimento de estratégias de leitura que sirvam de apoio à compreensão e à construção de sentido do texto. 

Assim, é importante levar em conta tanto as situações de leitura do professor como aquelas nas quais os alunos são desafiados a ler por conta própria.

1- Situações de leitura do professor
A leitura de livros e textos literários feita pelo professor deve acontecer diariamente.
Boas escolhas literárias certamente contribuirão muito com a formação do leitor.
Deve-se ficar atento para a qualidade textual das obras e escolher livros que sejam interessantes e significantes para os nossos alunos.

2- Alunos lendo por conta própria
Proporcionar momentos em contato com os livros infantis de poucas páginas e em letra em bastão, disponíveis na sala de aula, levam as crianças a construírem estratégias de leitura, mesmo quando ainda não sabem ler. Elas antecipam o que pode estar escrito. Como ainda não dominam o sistema, estão o tempo todo usando informações sobre a escrita do próprio nome, do nome dos colegas ou outros que trazem da própria experiência. 

➨Veja tanbém:



sábado, 13 de abril de 2019

Abordagens sobre alfabetização


Se você está se sentindo insegura(o) com o seu trabalho em alfabetizar, saiba que você não é única(o).
Eu também já passei por isso e foi, através dos estudos e da prática pedagógica, que consegui  escolher o melhor caminho a percorrer. Para isso acredito que o primeiro passo é conhecer as concepções de alfabetização.
A seguir algumas abordagens sobre alfabetização:


ABORDAGEM TRADICIONAL
MÉTODOS SINTÉTICOS
Inicia-se o ensino da leitura pelas partes das palavras, sendo que:
 -No método alfabético ou da soletração inicia- se com a identificação das letras do alfabeto pelos seus nomes, formando-se depois as sílabas e, com elas, palavras, até chegar à leitura de sentenças ou histórias.
-No método fônico  enfatizam-se inicialmente as relações entre sons e símbolos gráficos, completando-se com a sequência anteriormente descrita.
-No método silábico inicia-se o ensino pelo conhecimento das famílias silábicas, ensinando- se a partir delas a formação de palavras.

MÉTODOS ANALÍTICOS
Inicia-se o ensino da leitura com unidades completas de linguagem, para posterior divisão em partes ou elementos menores.

PALAVRAÇÃO: Inicia-se esse ensino com palavras, que depois são divididas em sílabas e letras.

SENTENCIAÇÃO:  Inicia-se com sentenças inteiras, que são divididas em palavras, e estas, em sílabas e letras.

HISTÓRIAS:  Inicia-se com histórias completas, para depois se orientar a atenção para sentenças, palavras, sílabas, letras.

MÉTODO GLOBAL
Enfatiza-se inicialmente o imediato reconhecimento de palavras ou sentenças inteiras e pode ser identificado com os métodos da palavração, sentenciação ou das histórias.

MÉTODO MISTO
Acredita-se que pela memorização e repetição as pessoas vão aprender a ler. Os sujeitos conseguem memorizar letras e sílabas, mas como memorizar não é o mesmo que aprender, alguns não conseguem concluir o processo de alfabetização.

ABORDAGEM CONSTRUTIVISTA

No campo da alfabetização, são os trabalhos de Emília Ferreiro e Ana Teberosky sobre a Psicogênese da Língua Escrita. Em seus estudos, demonstram que a escrita alfabética não é um código, o qual se aprende a partir de atividades de memorização e repetição e propõem uma concepção de língua escrita como um sistema de notação (alfabético).
Assim, partindo de uma concepção linguística da escrita como sistema de representação da fala, buscaram explicações sobre as formas mediante as quais as crianças aprendem a ler e a escrever, ou seja, o processo de construção dos conhecimentos no domínio da língua escrita.

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

A alfabetização se desenvolve no contexto de e por meio de práticas sociais de leitura e de escrita, isto é, através de atividades de letramento, e este, por sua vez, só pode desenvolver-se no contexto da e por meio da alfabetização.
Alfabetizar e letrar são duas ações distintas, mas não inseparáveis, ao contrário: o ideal seria alfabetizar letrando, ou seja, ensinar a ler e escrever no contexto das práticas sociais da leitura e da escrita, de modo que o indivíduo se tornasse, ao mesmo tempo, alfabetizado e letrado (SOARES, 1998, p. 47)


Tenho as seguintes apostilas para a alfabetização:



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sexta-feira, 5 de abril de 2019

19 DE ABRIL - DIA DO ÍNDIO



O indígena trabalhado ainda em sala de aula hoje é, muitas vezes, aquele indígena de 1500 e parece que ele só se mantém índio se permanecer daquele modo. 

A realidade indígena nos dias atuais é bem diferente do passado.  Os povos indígenas possuem vestimentas tradicionais próprias e grafismos com os quais fazem pinturas corporais, mas a nudez ou não nudez, não define ser indígena ou não indígena. Toda cultura é dinâmica, está sempre em constante movimento, mudando e se adaptando dentre os séculos.

Mês de Abril é conhecido nas “questões” indígenas justamente pelo dia 19 de Abril, que para muitos é "o" dia do Índio. Mais para os indígenas não se trata nada mais nada menos que “um” dia do índio. Tantas datas iguais a essa já se passaram, umas comemorativas, festivas e outras composta por manifestações, repúdios e pedido de socorro por parte dos Povos Indígenas.

Por que não incluir no planejamento de História, de Língua Portuguesa e de Geografia discussões e atividades sobre a cultura indígena, ao longo do ano todo?

Trabalhar com os alunos que os povos indígenas não vivem mais como em 1500. Hoje, muitos têm acesso à tecnologia, à universidade e a tudo o que a cidade proporciona. Nem por isso deixam de ser indígenas e de preservar a cultura e os costumes. É preciso mostrar que o índio é contemporâneo e tem os mesmos direitos que muitos de nós.

Entrevista com o indígena Alex Makuxi do site http://www.indioeduca.org/?p=30

Confira no site acima sugestões para se trabalhar com este tema.


Veja também:




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