VENDA DE APOSTILAS E PROJETOS

Como complemento ao meu trabalho neste blog, elaborei para venda diversas apostilas de atividades de alfabetização e projetos pedagógicos de variados temas indicados para professores que atuam em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Alfabetização de Jovens e Adultos (EJA).


Os interessados poderão também entrar em contato por email ou pelos telefones abaixo:

glaucerossi@terra.com.br

glaucerossi@gmail.com

glauce.rossi@hotmail.com

WhatsApp (11) 97574-9228 (Vivo)

Glauce ou Hugo no horário de atendimento das 9:00 às 20:00 de segunda à sexta-feira.


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sábado, 26 de agosto de 2017

Conhecimento das Letras

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Trabalhando com letras móveis


Um recurso pedagógico bem significativo para o processo de alfabetização e que as crianças adoram é o alfabeto móvel. É um material que tem contribuído para que as crianças realizem grandes descobertas em relação à escrita e a leitura. São letras em bastão que podem ser confeccionadas ou já compradas prontas.
No  primeiro momento, o material serve como base para os alunos conhecerem todo o alfabeto. Após ter o domínio de cada letra, é possível  lançar o desafio para a turma começar a formar palavras.
No início da construção do sistema escrito, as crianças passam por vários conflitos, principalmente quando se depararam com o grande número de letras em mãos para poder construir a palavra. Assim o trabalho com as letras móveis  ajuda a criança a elaborar as ideias e hipóteses sobre a escrita.
Para trabalhar com o alfabeto móvel  o professor deve organizar os alunos em duplas, em função do que os alunos já sabem sobre a escrita. Ex: pré-silábicos com silábicos, silábicos com valor sonoro com silábicos sem valor sonoro, silábicos-alfabéticos com alfabéticos e alfabéticos com alfabéticos.
Esse tipo de atividade, faz com que o aluno pense a respeito da escrita, pois quando é pedido para ler o que escreveu, na hora ele percebe que está faltando alguma letra. 
As atividades devem ser com palavras e pequenos textos significativos como listas,  parlendas ou cantigas que já conhecem.
Durante as atividades  circular pela sala e colocar questões para que os alunos reflitam sobre as palavras que montaram.
Peça sempre para que a criança leia a palavra mostrando com o dedo as letras/sílabas.

Por exemplo: trabalhando com uma lista de frutas e a criança monta a palavra abacaxi assim ABCI, o professor pode intervir dizendo que abacaxi tem 7 letras e está faltando letras na palavra que formou.

Outro exemplo: a criança monta banana assim BAMLANAN, intervir dizendo que banana tem 6 letras e mostrar que ela colocou letras a mais. Pode-se separar as letras da palavra para que ela utilize somente as 6 letras.




quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Alfabetização na concepção construtivista e sócio interacionista

Da década de oitenta para cá, a alfabetização passou a ser vista como construção ativa de um saber pelo aprendiz, que só pode dominá-la se estiver em contato contínuo com o objeto de sua aprendizagem, ou seja, a escrita produzida fora da escola em seus usos sociais cotidianos. Nessa concepção, o aluno é visto como aprendiz ativo, e seu interesse pelo conhecimento ou necessidade que sente dele como motores da aprendizagem.  A língua passou a ser vista como mais do que um código, algumas vezes como sistema de representação, outras como discurso.
Duas são as principais concepções de alfabetização, ou seja, como se dá a construção ativa da língua para o aprendiz:
1. Para os construtivistas, a língua é apropriada por meio de um processo psicológico interno, individual. Para eles, toda a aprendizagem é feita pelo aprendiz de uma forma espontânea, pelo contato com o que existe no meio em que vive. Os construtivistas apoiam suas teorias em Piaget, pesquisador suíço do  desenvolvimento da inteligência na criança.
2. Para os sociointeracionistas, o processo de apropriação da escrita se dá primeiro nas interações sociais, para depois ser internalizado pelo aprendiz. Para eles, toda a aprendizagem é feita, de início, socialmente, para depois se tornar uma construção individual. Os sociointeracionistas apoiam suas teorias em Vygotsky, pesquisador russo do desenvolvimento da inteligência e da aprendizagem da criança.

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